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10 set 2019

DIAGNÓSTICO PERFEITO


16º FÓRUM DE ECONOMIA

Ontem, num dos painéis do 16º Fórum de Economia, organizado pela FGV, contou com a presença de economistas que participaram ativamente dos governos Lula e Dilma.


COMBATE AO LIBERALISMO

Pois, para surpresa geral, depois de tantos erros -PROVADOS E COMPROVADOS- cometidos por esses péssimos economistas -SOCIALISTAS-, cujo resultado, indisfarçável, se mostra através da enorme  TRAGÉDIA ECONÔMICA, eles entraram no palco, sem qualquer cerimônia e/ou arrependimento, com um claro propósito: criticar as propostas e decisões -LIBERAIS- defendidas por Paulo Guedes e sua equipe.  Eis aí o que alguns desses maus profissionais disseram: 


NELSON BARBOSA

O primeiro que se apresentou para desferir críticas duras contra a atual política econômica foi o economista da FGV Nelson Barbosa, ex-ministro da Fazenda e do Planejamento no segundo governo Dilma Rousseff (2015-2016). Barbosa, espertamente, ainda que ninguém em sã consciência acreditou, atribuiu grande parte da crise econômica ao ajuste fiscal promovido desde o governo Michel Temer. Pode?

Mais: citou também a incerteza institucional e política que afasta investimentos do país, atribuindo a última ao governo Jair Bolsonaro. Segundo Barbosa, o país vive hoje um clima de "keeping up with the Bolsonaros", em referência ao seriado estrelado nos EUA pela família Kardashian. 


YOSHIAKI NAKANO

Outro, que entrou e saiu batendo, foi  economista Yoshiaki Nakano, também da FGV. Nakano disse que o Brasil faz um AJUSTE FISCAL DEMORADO e que não ataca a folha de pagamento do setor público.

"Eu vejo como solução fazer um ajuste fiscal muito rápido. Tem de mexer com salário de servidor público, demitir. Enquanto não mexer na folha de salário, a política fiscal não tem credibilidade".

Ora, será que Nakano desconhece que SERVIDORES PÚBLICOS, tanto ATIVOS quanto INATIVOS, são protegidos por LEIS PÉTREAS? Será que desconhece que uma vez admitido o servidor público só deixa a FOLHA DE PAGAMENTO depois de morto?


VIR À PÚBLICO

No meu entender duvido muito que alguém possa ter saído do evento convencido daquilo que disseram estes péssimos economistas. Aliás, quem produziu o CAOS deveria vir à público para, no mínimo, além de pedir desculpas por tudo que fez para colocar o nosso Brasil na lona, dizer que nunca mais exerceria o papel de economista.


DIAGNÓSTICO PERFEITO

Mudando de assunto, hoje pela manhã li, no Twitter, que o vereador Carlos Bolsonaro disse: - POR VIAS DEMOCRÁTICAS a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos... e se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes!

Pois, a rigor, ainda que muita gente esteja criticando, Carlos Bolsonaro simplesmente ACERTOU NO DIAGNÓSTICO.  Se alguém tiver alguma ideia de como resolver  DE FORMA DEMOCRÁTICA- o grande problema do Brasil, que consiste em DESPESA DE PESSOAL (ATIVOS E INATIVOS), que o diga.

Ah, sem esquecer que TAIS DESPESAS ESTÃO TOTALMENTE GARANTIDAS POR -DIREITOS ADQUIRIDOS- E -CLÁUSULAS PÉTREAS-.  Que tal?



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09 set 2019

O LIMITADO DIREITO PARA GOVERNAR


ALÉM DA CORRUPÇÃO E DA MÁ GESTÃO

Por tudo  que consigo acompanhar através das fantásticas REDES SOCIAIS percebo, com clara nitidez, que boa parte daqueles que ajudaram a eleger Jair Bolsonaro não decidiu seu voto apenas porque se dizia farto de tanta CORRUPÇÃO e explícita MÁ GESTÃO do setor público como um todo (Executivo, Legislativo e Judiciário).


PROGRAMA DE GOVERNO

As manifestações de RUA e nas REDES SOCIAIS evidenciam que muitos ficaram encantados com o PROGRAMA ECONÔMICO DO GOVERNO. Imaginavam, certamente, que as propostas ali colocadas dependiam apenas da vontade e da pressa do presidente. Assim sendo, não demoraria muito para que os bons resultados viessem a aparecer para ser bem desfrutados.


OFICIAL DO EXÉRCITO

O fato é que a intolerância demonstrada por muitos brasileiros se deve a um equivocado convencimento de que o chefe de governo (PODER EXECUTIVO) PODE TUDO, a QUALQUER TEMPO. Dão a entender, portanto, que ao eleger um oficial (reformado) do Exército Brasileiro, o mesmo teria CARTA BRANCA para operar, imediatamente,  o seu programa de governo. Ou seja, o LEGISLATIVO e o JUDICIÁRIO deveriam apenas obedecer a vontade do presidente.


GOVERNO DE 1964

Tudo leva a crer que esta equivocada sensação decorre do período iniciado no ano de 1964, quando o povo, em massa, foi às ruas do Brasil todo para pedir a INTERVENÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS para impedir, a qualquer custo, o nítido avanço do comunismo no nosso empobrecido país.


SEM PRESSA

Assim, o povo em geral, muito por influência de boa parte da mídia que não esconde o quanto odeia o presidente, simplesmente não entende que Bolsonaro, diferentemente daqueles que governaram o Brasil a partir de 1964, não decide nada sozinho. Precisa que as decisões tomadas e/ou propostas sejam aprovadas pelo LEGISLATIVO, e pelo JUDICIÁRIO, que, decididamente, não tem muita pressa. Daí a demora na aprovação das REFORMAS e da vasta agenda de PRIVATIZAÇÕES.


DOIS TIPOS DE GASTOS

Mais: muito poucos sabem, por exemplo, como bem esclarece o texto do pensador Paulo Rabello de Castro, publicado no Estadão de hoje, 9/9, que no ORÇAMENTO DA UNIÃO há dois ti­pos de gas­tos: os di­tos “OBRIGATÓRIOS” e os cha­ma­dos de “DISCRICIONÁRIOS” – no­me com­pli­ca­do, que sig­ni­fi­ca se­rem es­tes os “pas­sí­veis de cor­tes”. Co­me­ça aí o dra­ma de to­dos os úl­ti­mos mi­nis­tros da área econô­mi­ca.


ABERRAÇÃO CONSTITUCIONAL

O Bra­sil gas­ta­dor pas­sou em lei a obri­ga­to­ri­e­da­de de to­dos os gas­tos que afe­tam as cor­po­ra­ções e os Po­de­res. Pu­se­ram na Cons­ti­tui­ção uma aber­ra­ção que só exis­te aqui, o “re­a­jus­te anu­al glo­bal” de to­dos os sa­lá­ri­os e sub­sí­di­os no go­ver­no fe­de­ral (ar­ti­go 37, in­ci­so X da Cons­ti­tui­ção fe­de­ral). Com es­sas três pa­la­vri­nhas, o go­ver­no es­tá ri­go­ro­sa­men­te proi­bi­do de go­ver­nar.


95% DAS DESPESAS CONGELADAS

Em re­cen­te de­ci­são – pen­den­te de ape­nas um vo­to – na Su­pre­ma Cor­te bra­si­lei­ra, os mi­nis­tros do Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF) con­fir­mam o ab­sur­do kaf­ki­a­no da má go­ver­nan­ça pú­bli­ca no País. Os se­nho­res ma­gis­tra­dos es­tão pa­ra ba­ter o mar­te­lo, proi­bin­do que o go­ver­no use a Lei de Res­pon­sa­bi­li­da­de Fis­cal (LRF) pa­ra ajus­tar o ho­rá­rio de tra­ba­lho e, por­tan­to, as ver­bas re­mu­ne­ra­tó­ri­as da le­gião de fun­ci­o­ná­ri­os pú­bli­cos in­de­mis­sí­veis.

O STF, na prá­ti­ca, man­dou o mi­nis­tro da Eco­no­mia re­to­mar su­as ca­mi­nha­das no Le­blon, já que em Bra­sí­lia pou­co lhe res­tou a fa­zer.

ATENÇÃO: O go­ver­no é ges­tor de um Or­ça­men­to 95% con­ge­la­do por OBRIGATORIEDADES. Ou seja, o mi­nis­tro Paulo Guedes só está autorizado a cor­tar os res­tan­tes 5%, que são, jus­ta­men­te, os gas­tos mais pre­men­tes, os dis­pên­di­os mais “pro­du­ti­vos”, pois re­pre­sen­tam in­ves­ti­men­tos em in­fra­es­tru­tu­ra, a con­ta de luz na uni­ver­si­da­de, a ga­ze no hos­pi­tal, o lá­pis na es­co­la.



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06 set 2019

PPPs PARA ADMINISTRAR A EDUCAÇÃO, A SAÚDE E A SEGURANÇA


PPP INÉDITA

Na 5ª feira da semana passada, 29/8, em leilão realizado na B3 - Bolsa de Valores de São Paulo- o município de Porto Alegre, chefiado pelo prefeito Nelson Marchezan, ganhou notoriedade nacional, e certamente internacional, ao promover a inédita licitação de concessão do serviço de iluminação pública de Porto Alegre, na primeira parceria público-privada (PPP) da história do RS.


CONSÓRCIO IP SUL

O consórcio vencedor da PPP, o qual assumiu o compromisso de manter, e modernizar, 100% da rede de iluminação da Capital do RS pelos próximos 20 anos, foi o IP SUL, composto por Quantum Engenharia, GCE S/A, Fortnort Desenvolvimento Ambiental e Urbano e STE Serviços Técnicos de Engenharia. 


MANUTENÇÃO DE PRAÇAS

Nesta terça feira, 3/9, o prefeito de Porto Alegre foi mais além: anunciou o maior contrato de manutenção de equipamentos de praças e parques da história de Porto Alegre, fechado com a empresa vencedora da licitação -Ecsam Serviços Ambientais-, no qual serão destinados  R$ 24,8 milhões para a conservação de mais de 600 praças e parques da cidade. 


À PREFEITURA CABE FISCALIZAR

Vejam que a manutenção, que até hoje era feita por servidores, agora será de responsabilidade de uma empresa terceirizada e fiscalizada pela prefeitura e a população. Outros diferenciais em relação a contratos anteriores é que o pagamento será feito por PRODUTIVIDADE.

Detalhe: as equipes e veículos serão rastreados por GPS e um sistema desenvolvido pela Procempa acompanhará os serviços em tempo real. “Como bem disse o prefeito Marchezan, trata-se de uma mudança de paradigma, no qual a máquina pública planeja, faz contratos com terceirizados e fiscaliza”.


SERVIÇOS URBANOS

Segundo o secretário municipal de Serviços Urbanos,  Ramiro Rosário, o objetivo é realizar a manutenção de todas as praças em até um ano. Os serviços compreenderão conservação de passeios e pavimentos, tais como pisos de pedra portuguesa, conserto e instalação de novos equipamentos, como brinquedos, aparelhos de ginástica e academia ao ar livre, e manutenção de quadras esportivas (Porto Alegre possui 667 praças, sendo 71 adotadas, e nove parques, três deles também sob a gestão da iniciativa privada).


PPPs PARA EDUCAÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA

Pois, o que mais desejo, tanto para Porto Alegre quanto para o Estado do RS e para todo o país, é que iniciativas deste tipo sejam direcionadas para as áreas da EDUCAÇÃO, da SAÚDE e da SEGURANÇA PÚBLICA.

Da mesma forma como devemos festejar estas importantes decisões, que transferem para a iniciativa privada, via concessões e/ou PPPs, a ADMINISTRAÇÃO e/ou MANUTENÇÃO, tanto da ILUMINAÇÃO PÚBLICA quanto das PRAÇAS, JARDINS e QUADRAS ESPORTIVAS de Porto Alegre, com fiscalização do Poder Público, o que mais quero, e desejo, é que o mesmo aconteça com a EDUCAÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA PÚBLICA. 

O resultado, mais do que óbvio, seria altamente significativo para todos os brasileiros.



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05 set 2019

O MEU FOCO É O ECONÔMICO


QUESTIONAMENTO DOS LEITORES

Alguns leitores têm me perguntado por que os meus editoriais não são alvos de opinião e/ou comentários sobre a postura política, não raro erráticas, do presidente Jair Bolsonaro.


LADO ECONÔMICO

Atendendo ao questionamento desses atentos leitores, o que tenho a dizer é o seguinte: - enquanto a maioria dos meios de comunicação se dedicam, basicamente, na produção de críticas quanto às atitudes POLÍTICAS do presidente, quase todas de cunho estritamente -ideológico-, onde impera o mais puro SENSACIONALISMO, prefiro focar meus comentários visando o lado ECONÔMICO do governo.


PRESIDENTE BOQUIRROTO

Mais: o fato de me manter atento e acompanhando as boas medidas que vem sendo propostas, tanto pela equipe que toca o Ministério da Economia, sob a batuta de Paulo Guedes, quanto pelo excelente ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, não significa que esteja alheio às costumeiras -bobagens- ditas e repetidas, constantemente, pelo nosso BOQUIRROTO presidente. Coisa, aliás, que sempre ostentou ao longo de sua vida, tanto militar quanto política.


TUDO PASSA PELO CAIXA

Como, inevitavelmente, tudo nesta vida passa pelo -CAIXA-, uma coisa é certa: enquanto os problemas ECONÔMICOS não forem adequadamente atacados, mesmo sabendo que a maioria não têm a menor chance de cura, o que resta, que não é pouca coisa, só tende a se agravar.


FOCO TOTAL

Daí o meu foco -TOTAL- na REFORMA DA PREVIDÊNCIA, na REFORMA TRIBUTÁRIA, na MP da LIBERDADE ECONÔMICA, nas PRIVATIZAÇÕES e outras coisas mais que tenham como propósito fazer a  economia brasileira crescer e se desenvolver de forma ampla, consistente e sustentável. 


MAIS UM PASSO

Ontem, por exemplo, mesmo longe daquilo que o Brasil precisa, a REFORMA DA PREVIDÊNCIA, apesar de sofrer novas mutilações, deu mais um passo ao ser aprovada na CCJ do Senado. Mais: a PEC Paralela, que inclui Estados e Municípios, ganhou força e tem grande chance de ser aprovada também na Câmara, uma vez que no Senado já tem votos garantidos para tanto. 



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04 set 2019

EXPERIMENTANDO, ENFIM, O CAPITALISMO


CAPITALISMO

Aos poucos, graças ao emprego de uma MATRIZ ECONÔMICA LIBERALIZANTE que conta com o avanço de PRIVATIZAÇÕES E CONCESSÕES,  o povo brasileiro, depois de conviver com tantos insucessos,  produzidos ao longo de 50 anos, por vários governantes  SOCIALISTAS, dá sinais de que está, enfim, disposto a experimentar o CAPITALISMO.


CONTROLE DOS MEIOS DE PRODUÇÃO

No Brasil, vale registrar, o CAPITALISMO, mesmo sem ter sido degustado no nosso empobrecido Brasil, sempre foi muito demonizado. Isto, porque ao longo de várias gerações a maioria das escolas, com forte e constante apoio da mídia, fez com que o povo brasileiro acreditasse, piamente, que o controle dos meios de produção não é tarefa para a iniciativa privada, mas apenas e tão somente ao governo.


DESPERTAR DO SONO PROFUNDO

O despertar deste SONO PROFUNDO, provocado pelas constantes ingestões de DROGAS PESADAS ministradas pelos SOCIALISTAS que tomaram conta das CORPORAÇÕES, tanto do setor público quanto privado, se deu graças aos sons das potentes sirenes disparadas pela eficiente Operação Lava Jato.


CORRUPÇÃO E DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA

Ao acordar, o povo viu, claramente, as milhares de cenas que escancaravam, além de farta CORRUPÇÃO que corria solta por todos os cantos do nosso país, uma forte DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA, cujos efeitos aí estão, como, por exemplo:


EFEITOS INQUESTIONÁVEIS

- DÉFICIT PÚBLICO MONUMENTAL;

- PIB ESTAGNADO;

- DESEMPREGO NAS NUVENS;

- TRANSFERÊNCIA BRUTAL DE DINHEIRO DOS BRASILEIROS PARA PAÍSES COMUNISTAS; etc., etc...


CARTILHA DO FORO DE SÃO PAULO

Como se vê, o que está fazendo com que o povo brasileiro queira, enfim, experimentar o CAPITALISMO não foi o convencimento. Foi o desespero somado ao medo de que o Brasil viesse a entrar no redemoinho que levou a Venezuela e outros países comunistas à DESTRUIÇÃO ECONÔMICA, como manda a Cartilha da Organização Comunista - FORO DE SÃO PAULO-.


Sem Título



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03 set 2019

REFRESCO TEMPORÁRIO


DEMORA E IMPERFEIÇÃO

Decididamente, o velho ditado -A PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO- é algo que não se aplica ao nosso PODER LEGISLATIVO. A rigor, como se percebe, os bons projetos que exigem aprovação dos deputados e senadores, além da irritante e inconcebível DEMORA, a PERFEIÇÃO passa longe demais das decisões.


A PRIMEIRA DE TODAS AS REFORMAS

Mais do que sabido, por exemplo, a REFORMA DA PREVIDÊNCIA, pelo inquestionável e terrível  COLAPSO FISCAL que atinge brutalmente as CONTAS PÚBLICAS DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS, foi eleita como a PRIMEIRA de todas as REFORMAS.


DOENÇA FISCAL

Pois, mesmo que todos estejamos pra lá de convencidos de que o tratamento desta terrível DOENÇA FISCAL precisa de muita PRESSA e extrema PERÍCIA para que possa surtir, no menor prazo possível, os efeitos saudáveis necessários, depois de decorridos mais de oito meses de 2019 o que se vê é algo simplesmente deplorável.


DUAS PARTES

Observem que a proposta de REFORMA DA PREVIDÊNCIA encaminhada pelo governo (Executivo) ao LEGISLATIVO, no início do ano, foi dividida em duas partes: uma, que trata da REFORMA DO REGIME DE DISTRIBUIÇÃO; outra, da CRIAÇÃO DO REGIME DE CAPITALIZAÇÃO.


OITO MESES DEPOIS

Pois, até agora, depois de OITO MESES,  o PODER LEGISLATIVO se mostrou duplamente cruel: 1- ao abortar a CRIAÇÃO DO REGIME DE CAPITALIZAÇÃO;  e, 2- ao MUTILAR a proposta que tinha como propósito estancar a HEMORRAGIA FISCAL até que o REGIME DE CAPITALIZAÇÃO viesse a produzir o efeito projetado. Em síntese, o que resulta até agora da trágica tramitação é o prolongamento do grave problema previdenciário.


REFRESCO TEMPORÁRIO

Pra piorar, na sua também lenta tramitação no Senado, cujo presidente promete votação definitiva, em plenário, para outubro (DÉCIMO MÊS DO ANO),  a REFORMA DA PREVIDÊNCIA já sofreu novas mutilações. Ou seja, a ECONOMIA FISCAL, para os próximos 10 anos, de R$ 1,2 TRILHÃO (como consta no projeto original,) já está em R$ 900 BILHÕES.

Como a exclusão do REGIME DE CAPITALIZAÇÃO, a REFORMA DA PREVIDÊNCIA ficou manca, a tal ECONOMIA não passa de um REFRESCO TEMPORÁRIO.


O POVO AVALIA O EXECUTIVO

O que mais preocupa é que o povo não atribui ao PODER LEGISLATIVO a demora e os maldosos equívocos.  As pesquisas revelam, claramente, que o povo desaprova o governo (EXECUTIVO), quando na realidade esta responsabilidade deveria cair no colo do PODER LEGISLATIVO. Mais: idem do PODER JUDICIÁRIO. 



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