DERROTAS
Por tudo que estamos assistindo no dia a dia do nosso empobrecido Brasil, todos aqueles que muito por pura teimosia ainda resolvem -INVESTIR E PROSPERAR-, o atento GOVERNO LULA E SEUS DILETOS APOIADORES, sem dar mínima trégua, tratam de IMPOR todos os tipos de DIFICULDADES cujos resultados soam como indisfarçáveis DERROTAS.
YPÊ E A TAXA DAS BLUSINHAS
Concorrendo com o rumoroso CASO que envolve o desinfetante YPÊ, onde a estranha ANVISA -AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA- orientou uma interrupção imediata do seu uso e logo após LIBEROU, mas -PASMEM- manteve a recomendação de NÃO UTILIZAR PRODUTOS YPÊ, o que significa uma DERROTA PARA O FABRICANTE, ontem, o presidente LULA, -DESTRUIDOR DA ECONOMIA- entrou em ação e, numa penada, REVOGOU A CHAMADA -TAXA DAS BLUSINHAS-.
CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR PARA EMPRESAS QUE ATUAM NO PAÍS
Ou seja, AO ZERAR A ALÍQUOTA DE IMPORTAÇÃO DE 20% SOBRE ENCOMENDAS INTERNACIONAIS DE ATÉ 50 DÓLARES, LULA IMPÔS UMA GRANDE DERROTA ÀS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO NOSSO PAÍS, uma vez que ESSAS EMPRESAS VOLTARAM A OPERAR COM CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR DO QUE A DOS ESTRANGEIROS. Que tal?
SOB A MIRA DO PETISTA DESTRUIDOR
Antes de tudo, para que não paire dúvida, ENTENDO QUE ZERAR IMPOSTOS É ALGO QUE DEVE SER SEMPRE MUITO FESTEJADO. NO CASO DA ELIMINAÇÃO DA-TAXA DAS BLUSINHAS- APENAS PARA COMPRAS INTERNACIONAIS É IMPOR UMA DERROTA HUMILHANTE E PRA LÁ DE DESONESTA ÀS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO NOSSO PAÍS. Como bem refere o site da EXAME, a LOJA RENNER, a C&A e a RIACHUELO, por exemplo, sofreram GRANDES DERROTAS. Todas, certamente, estavam sob a mira do PETISTA DESTRUIDOR DE EMPRESAS QUE INVESTEM NO BRASIL.
VÉIO DA HAVAN
A HAVAN, outra grande empresa de varejo que também foi atingida em cheio deixou o empresário Luciano Hang, com razão, fortemente contrariado. Ao defender a IGUALDADE DE TRATAMENTO TRIBUTÁRIO entre produtos importados e nacionais, o VÉIO DA HAVAN disse -ser favorável à redução de impostos, mas que isso aconteça de FORMA IGUAL PARA TODOS. -Se vão tirar o imposto da entrada de produtos estrangeiros de até 50 dólares no Brasil, então que tirem igualmente dos produtos brasileiros. Não dá para aliviar para quem vem de fora e continuar sufocando quem produz, emprega e paga impostos no país”, afirmou.
CAPITAL POLÍTICO
Quanto mais leio e ouço a respeito do projeto de lei do GOVERNO LULA, que -ACABA COM A ESCALA 6x1 e DIMINUI A JORNADA DE TRABALHO PARA 40 HORAS SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO-, mais me impressionam os FALSOS ARGUMENTOS utilizados pela turma da esquerda em defesa da ESTUPIDEZ ECONÔMICA.
CUSTO ELEVADO
Mais ainda ao perceber que a maioria dos deputados e senadores não pretende arriscar o seu -CAPITAL POLÍTICO- ainda mais em ano de eleição. - Assim, tudo leva a crer que AS FAVAS JÁ ESTÃO CONTADAS, ou seja, pouco ou nada importa mostrar e explicar o ELEVADO CUSTO QUE CARREGA A ESTÚPIDA MEDIDA, COM SÉRIAS, GRAVES E EVIDENTES CONSEQUÊNCIAS.
ARGUMENTOS LÓGICOS / MATEMÁTICOS
Pois, mesmo sabendo que os meus ARGUMENTOS LÓGICOS E/OU MATEMÁTICOS batem de frente com as pretensões dos políticos que almejam ganhar votos dos eleitores cujos cérebros se abrem apenas para MEDIDAS POPULISTAS, volto a me manifestar por puro DEVER DE CONSCIÊNCIA.
Como tal, pela enésima vez volto a afirmar que -MATEMATICAMENTE- a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais significa uma DIMINUIÇÃO de 9% da CARGA DE TRABALHO. Para compensar essa perda e manter o mesmo nível de produção, a PRODUTIVIDADE deveria subir próximo de 10%. Simples assim.
PRODUTIVIDADE PÍFIA
A propósito, como bem assevera o economista Alan Ghani, de acordo com um ESTUDO RECENTE DA FGV, a PRODUTIVIDADE DA INDÚSTRIA CAIU 23% EM 30 ANOS. Já a PRODUTIVIDADE POR HORA TRABALHADA APRESENTOU QUEDA MÉDIA DE 0,9%, enquanto a CONSTRUÇÃO CIVIL apresentou redução de 0,4% a.a. Mais: numa comparação entre países, o Brasil ocupa a 94ª posição no ranking mundial de PRODUTIVIDADE da Organização Internacional do Trabalho (OIT), num total de 184 nações. Que tal?
ESPAÇO PENSAR+
NO ESPAÇO PENSAR+ de hoje: ESTELIONATO DA CLEMÊNCIA, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
COERENTES
Mais do que sabido, os -COERENTES- são aqueles cujas AÇÕES, PALAVRAS, DECISÕES PENSAMENTOS E VALORES ESTÃO SEMPRE EM CONSTANTE HARMONIA. Como tal são AUTÊNTICOS, AGEM DE FORMA ALINHADA COM SEUS PRINCÍPIOS E PRATICAM O QUE PREGAM, MANTENDO ASSIM UMA CONDUTA CONSISTENTE COM AQUILO QUE SEGUEM E/OU ACREDITAM.
ABANDONO DA COERÊNCIA
Pois, até sábado último, 09/05, um dia após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ter PROMULGADO A LEI DA DOSIMETRIA, que reduz penas dos condenados por -TENTATIVA DE GOLPE-, o até então sempre muito -COERENTE- MINISTRO DO STF, ALEXANDRE DE MORAES, abandonou a sua corriqueira LÓGICA que consiste em -TOMAR DECISÕES MONOCRÁTICAS DEFINITIVAS- E ACHOU POR BEM -SUSPENDER A LEI -DEVIDAMENTE APROVADA PELO PODER LEGISLATIVO-, afirmando que, por -SEGURANÇA JURÍDICA, o PLENÁRIO DA SUPREMA CORTE DEVE JULGAR AÇÕES QUE QUESTIONAM A LEI ANTES QUE ELA POSSA SER APLICADA.
MORAES O ILÓGICO
Como se vê, nitidamente, o ministro Alexandre de Moraes, até então sempre firme e COERENTE COM A SUA FORMA TIRÂNICA DE DECIDIR SOZINHO, MONOCRATICAMENTE, assumiu a postura totalmente INCOERENTE, comportamento típico daqueles que agem de -FORMA ILÓGICA OU CONTRADITÓRIA-, cujas AÇÕES, DECLARAÇÕES E AFIRMAÇÕES NÃO SE ENCAIXAM, INDICANDO ENORME DESARMONIA OU INCONSISTÊNCIA.
O DIREITO DE LEGISLAR
De qualquer forma, o fato é que desta vez o agora INCOERENTE ALEXANDRE DE MORAES preferiu jogar no colo do PLENÁRIO DO STF a DECISÃO de CONCEDER AO PODER LEGISLATIVO O DIREITO DE LEGISLAR. Ou seja, quer ver se seus pares são COERENTES NA TIRANIA OU NÃO. A ver...
REPASSE DE CUSTO INEVITÁVEL
Antes de tudo, para que não paire mínima dúvida, caso venha a ser aprovado o estúpido Projeto de Lei que acaba com a ESCALA 6 X 1- SEM REDUÇÃO PROPORCIONAL DE SALÁRIO-, uma coisa é mais do que CERTA: todos os empresários que pretendem manter em curso suas ATIVIDADES DE MANEIRA -FORMAL- serão OBRIGADOS A REPASSAR O AUMENTO DO CUSTO SALARIAL para os produtos e serviços que normalmente colocam em OFERTA NO MERCADO.
CERTEZAS EVIDENTES
Faço este alerta porque vários meios de comunicação apontam que o FIM DA ESCALA 6 X 1 SEM REDUÇÃO DE SALÁRIOS -PODE- GERAR IMPACTOS DIRETOS (custo) PARA TRABALHADORES E EMPREGADORES. Ora, pelo andar da tramitação na Câmara e no Senado não cabe minimamente o uso do verbo -PODE-. A rigor estamos diante de CERTEZAS EVIDENTES, que vão desde o AUMENTO DE PREÇOS DOS PRODUTOS E SERVIÇOS, AUMENTO DO DESEMPREGO FORMAL, FECHAMENTO DE EMPRESAS e/ou DESISTÊNCIA DE CONSUMO.
PALAVRA MÁGICA
Mais: volto a AFIRMAR, COM ABSOLUTA CONVICÇÃO, que TEMAS QUE ENVOLVEM -CONTRATOS DE TRABALHO- DEVEM SER ALVOS DE -NEGOCIAÇÃO- ENTRE AS PARTES ENVOLVIDAS-, QUER SEJA em âmbito INDIVIDUAL ou COLETIVO, VIA SINDICATOS. ESTA É A PALAVRA MÁGICA QUE PRECISA SE EXERCITADA. Portanto, de novo e para todo o sempre: ACEITAR A -LEGISLAÇÃO- É COISA DE POVO FRACO QUE DEPENDE DO GOVERNO -BENFEITOR-.
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A IDEOLOGIA DO MEDO, por Percival Puggina. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
PENSAR+
Como integrante do PENSAR+, sociedade constituída por AUTODECLARADOS DEFENSORES DA LIVRE INICIATIVA E DO LIVRE MERCADO dispostos a PRODUZIR, DIVULGAR e COMPARTILHAR CONTEÚDOS sobre temas econômicos, políticos, culturais e sociais, faço muita questão de replicar artigos daqueles que comungam dos mesmos e claros princípios. Principalmente, quando os CONTEÚDOS se voltam para o esclarecimento da relação -CAUSA / EFEITO- quanto às propostas, sugestões e decisões governamentais, em todos os níveis.
A ECONOMIA DA MATURIDADE
No editorial de hoje, por exemplo, achei por bem replicar o seguinte CONTEÚDO, produzido pelo pensador Alex Pipkin, com o título -A ECONOMIA DA IMATURIDADE. Eis:
- Venderam-nos a tese sedutora de que a incerteza do mundo funciona como um salvo-conduto para a irresponsabilidade individual.
Sob o pretexto de um ambiente desigual e arriscado, consolidou-se uma visão na qual disciplina soa autoritária, mérito passou a carregar um constrangimento quase indecente e autonomia individual começou a ser tratada como sintoma de insensibilidade social. Conveniente, mas devastador.
CIDADÃO TUTELADO
O vocabulário foi sequestrado para acomodar a ineficiência. Trabalhar com afinco se transformou em “toxicidade”; competir passou a ser “agressividade”; e a ambição, esse motor silencioso de quase todo avanço civilizatório, agora parece exigir pedido formal de desculpas. Criamos uma gramática emocional que premia a fragilidade e pune o esforço, transformando resiliência em peça de museu.
O resultado é a substituição do adulto funcional pelo cidadão tutelado. Surge o “adulto-pet”, alguém que deve ser permanentemente protegido da frustração, da concorrência e do peso inevitável das próprias escolhas. Para administrar esse jardim de infância coletivo, expandiu-se o Estado terapêutico, cercado por burocratas, especialistas e pedagogos do coitadismo empenhados em convencer o indivíduo de que ele é incapaz de conduzir a própria vida sem supervisão emocional, tutela institucional e validação permanente.
O PROGRESSO
O detalhe mais curioso dessa engenharia moral é que seus maiores defensores costumam ser pessoas extremamente autônomas. Protegem ferozmente a própria liberdade enquanto vendem dependência alheia como virtude cívica. É a elite do freio ditando o ritmo para quem ainda tenta acelerar.
Ocorre que a realidade permanece indiferente às narrativas. O mercado não se comove com manifestos de autocomiseração enquanto empresas quebram, investimentos fracassam, escolhas produzem consequências financeiras e existenciais duras e a conta da irresponsabilidade silenciosamente vence, sem que nenhum eufemismo sociológico consiga renegociar os termos com a realidade.
Nenhuma sociedade prosperou ensinando seus cidadãos a terceirizar a responsabilidade pela própria existência. O progresso continua sendo filho do risco, do esforço e da capacidade de suportar o desconforto da incerteza. O resto costuma ser apenas retórica sofisticada para transformar dependência em virtude moral.
Não há uma brecha de dúvida. A conta dessa infantilização já começou a vencer há algum tempo.
TERRABRAS
Obedecendo piamente o que determina a CARTILHA DA ESTUPIDEZ E DA SAFADEZA, o GOVERNO LULA-PETISTA ESTÁ USANDO A ENORME RESERVA DE -MINERAIS CRÍTICOS- existentes no imenso solo do nosso Brasil para PROPOR E DEFENDER A CRIAÇÃO DE UMA ESTATAL, já apelidada de TERRABRAS. Que tal?
OBEDIENTE À TRADIÇÃO
Na real, por tudo que a história conta -em prosa e verso- o verdadeiro e único PROPÓSITO PETISTA para criar mais uma ESTATAL é torná-la -o quanto antes- numa EMPRESA INEFICIENTE, DEFICITÁRIA E PRONTA PARA SURFAR NA GRANDE ONDA DA DESMEDIDA CORRUPÇÃO. Algo, enfim, do tipo que consiga colocar os CORREIOS num patamar que produz ROMBOS classificados como JUVENIS.
ESTADO EMPRESÁRIO
O fato é que nem mesmo os ROMBOS e a MÁ ADMINISTRAÇÃO DAS ESTATAIS tem se mostrado suficientes para fazer com que o povo brasileiro se dê conta -definitiva- de que o ESTADO EMPRESÁRIO é sinônimo de INEFICIENTE por conta de GESTÃO FEITA POR -POLÍTICOS- DESTITUÍDOS DE EXPERIÊNCIA EMPRESARIAL. Totalmente diferente das EMPRESAS PRIVADAS que BUSCAM O LUCRO E A EFICIÊNCIA PARA SOBREVIVER E ATRAIR INVESTIMENTOS.
EDITORIAL DO BRAZIL JOURNAL
A propósito, eis o que diz o editorial de ontem do BRAZIL JOURNAL sobre o projeto - MINERAIS CRÍTICOS- aprovado na Câmara dos Deputados:
O pensador inglês Samuel Johnson declarou no século 18 que “o patriotismo é o último refúgio do canalha.” Para Johnson, atores políticos frequentemente invocam este sentimento nobre para chegar ao poder, esconder seus verdadeiros interesses ou disfarçar sua incompetência.
Da mesma forma, o projeto de lei 2780/2024, que tenta regular a exploração de minerais críticos no Brasil é o último refúgio de um nacionalismo que sempre apela à “soberania nacional” para criar barreiras, escolher vencedores e fazer fortunas discricionárias. Reconheça-se que o pensamento de esquerda brasileiro é um monumento à consistência – até porque nada mudou nele desde a presidência de Getúlio Vargas.
INDÚSTRIA DA INFORMÁTICA
A cada década, o país do “O petróleo é nosso” inventa uma nova reserva de mercado embrulhada na bandeira nacional e consegue produzir mediocridade e incompetência, aí sim, em escala industrial. Foi em nome desta soberania nacional, por exemplo, que protegemos a “indústria de informática”. Orgulho nacional: até hoje não temos sequer um player doméstico competitivo e importamos MacBooks pelo dobro do preço.
Enquanto o mundo despeja trilhões de dólares de capex em LLMs, data centers e propriedade intelectual de ponta, o Brasil – essa grande fazenda “soberana” – impõe um ônus à modernização de nossas empresas e cidadãos.
SOBERANIA FALSA
O projeto de marco legal dos minerais críticos vai nessa linha, dando ao Governo do dia um enorme poder para interferir de forma discricionária em decisões empresariais no setor, gerando incertezas que afugentariam os investimentos estrangeiros. Ainda que não contemple a criação da TERRABRAS, a estatal para gerenciar as reservas sugerida pelo PT, o texto levado ao Congresso não deixa de ser praticamente uma estatização de fato do setor.
Do jeito como foi aprovada, a regulamentação corre sério risco de deixar o Brasil com toda sua SOBERANIA, mas sem a almejada indústria de minerais críticos.
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A MÁGICA DO GOVERNO LULA, por Caio Coppolla. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar