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29 jan 2026

PLANO DE GOVERNO DO PT


PLANO DE GOVERNO

Mais do que sabido, em ano de ELEIÇÃO, notadamente para cargos do PODER EXECUTIVO, os candidatos à presidência do país e governos estaduais, se reúnem com os líderes de seus partidos e/ou de partidos aliados e tratam de escrever e divulgar aos eleitores em geral o conjunto de PROMESSAS E METAS que pretendem realizar e/ou alcançar ao longo de seus respectivos mandatos.


ROUBAR E MENTIR

De antemão, como se sabe, depois de cumprir TRÊS MANDATOS (2003 a 2006; 2007 a 2010; e 2023 a 2026) o PETISTA LULA é candidato à reeleição para cumprir um QUARTO MANDATO. Entretanto, por tudo que fez ao longo dos 12 anos em que esteve à frente do PODER EXECUTIVO -que vai completar no final de 2026-, de forma muito concentrada, efetiva e pra lá de incansável, até seus eleitores mais fiéis sabem que o REAL PLANO DE GOVERNO DO PT se divide em DUAS TAREFAS: 1- ROUBAR; e, 2- MENTIR.


O QUE NÃO É SABIDO

Por ora, o que NÃO É SABIDO e muito menos IMAGINADO, é o MOTIVO QUE LEVA OS ELEITORES PETISTAS -que não são poucos, como revelam todas as pesquisas de intenção de voto-, a PREFERIR UM CANDIDATO QUE ALÉM DE -ROUBAR E MENTIR- de forma DESCARADA também escolhe MINISTROS, JUÍZES, PROMOTORES e inúmeros COLABORADORES que pratiquem ATOS CRIMINOSOS e/ou OFENDAM A CONSTITUIÇÃO. 


GIGANTESCAS TAREFAS

Para concluir, o PLANO DE GOVERNO PETISTA é -antes de tudo- apenas um documento exigido pela JUSTIÇA ELEITORAL. O que realmente interessa é que o COMPROMISSO DA GESTÃO PETISTA, claramente demonstrado ao longo desses 12 anos de MANDATO DE LULA e de 6 anos de MANDATO DE DILMA ROUSSEFF, sempre foi -ROUBAR E MENTIR-. Mais: em nenhum momento ou ocasião Lula deixou de CUMPRIR, com LOUVOR, ESSAS DUAS GIGANTESCAS TAREFAS.  



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28 jan 2026

DADOS OFICIAIS MANIPULADOS


ESTATÍSTICAS NADA CONFIÁVEIS

Mais do que sabido, nos países COMUNISTAS OU SOCIALISTAS, tipo -China, Cuba, Coreia do Norte-, por exemplo, as ESTATÍSTICAS OFICIAIS sempre foram vistas com grande DESCONFIANÇA mundo afora. Como tal são bastante questionadas pelas instituições internacionais, que, gostem ou não, entendem que os DADOS OFICIAIS dos países -COMUNISTAS são PRODUZIDOS com o propósito de serem utilizados em PROPAGANDAS POLÍTICAS ou para VALIDAR O CUMPRIMENTO DE METAS PLANEJADAS PELO ESTADO.


BRASIL COMUNISTA

Como o presidente LULA, em inúmeras oportunidades afirmou, alto e bom som, que ser chamado de COMUNISTA é MOTIVO DE ORGULHO, isto é mais do que bastante para admitir que a sua GRANDE E MAIOR INTENÇÃO é FAZER DO BRASIL UM PAÍS COMUNISTA, como de resto sempre disse e se comprometeu -abertamente- nos encontros anuais promovidos pelo FORO DE SÃO PAULO, organização que foi criada em 1990 por Lula e Fidel Castro e que reúne diversos países da região da América Latina e Caribe.


IBGE

A partir dessas INCONTESTÁVEIS INFORMAÇÕES, não pode ser visto com SURPRESA o FATO do presidente LULA ter escolhido, em agosto de 2023, o -COMUNISTA- Márcio Pochmann para presidir o IBGE- INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, tido e havido como INSTITUIÇÃO PROVEDORA DE DADOS OFICIAIS DO BRASIL. Pois, desde então o -Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Fundações Públicas Federais de Geografia e Estatística- percebeu  que o papel de Pochmann tinha tudo a ver com a MANIPULAÇÃO DE DADOS OFICIAIS. E mais recentemente, em NOTA TÉCNICA o sindicato cita inconsistências em relação a referências internacionais, como os -Princípios Fundamentais das Estatísticas Oficiais da ONU-. Mais: reafirmou a defesa do IBGE como órgão de Estado (e não de governo), com autonomia técnica e rigor científico, e anunciou que seguirá denunciando tentativas de esvaziamento institucional.


MANIPULAÇÕES ESTATÍSTICAS

Como se vê, pelas mãos e mentes de Lula, Pochmann e a esquerdalha em geral, o BRASIL já aparece entre os países COMUNISTAS cujas ESTATÍSTICAS OFICIAIS estão sendo VISTAS E/OU PERCEBIDAS COM -DESCONFIANÇA-. Aliás, basta ver o cálculo da TAXA DE DESEMPREGO DO PAÍS, onde o contingente enorme de brasileiros que recebem o BOLSA FAMÍLIA ficam fora da lista de DESEMPREGADOS. Que tal?



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27 jan 2026

OS CONSELHEIROS DOS CRIMES


O CONSELHEIRO DO CRIME

Ontem à noite, como que querendo DESVIAR O MEU PENSAMENTO do MAIS DO QUE NOJENTO CASO -BANCO MASTER- E SEUS SAFADOS DESDOBRAMENTOS, liguei a televisão em busca de filmes de entretenimento. Pois, de forma provocativa, o primeiro filme que apareceu na tela foi -O CONSELHEIRO DO CRIME-, estrelado por Michael Fassbender, Brad Pitt, Javier Bardem, Penélope Cruz e Cameron Diaz, onde Fassbender, no papel de um ADVOGADO envolvido no TRÁFICO DE DROGA cuja execução não ocorre como planejado, e com isso seus parceiros passam a ser visados pelos chefes de um cartel mexicano. Enquanto os parceiros têm experiência no crime e sabem como desaparecer, o advogado não sabe como agir. Sem escapatória, este homem perturbado começa a refletir sobre seus atos, tendo que aceitar as consequências brutais de seu envolvimento no crime.


CONSELHEIROS DO BANCO MASTER

Como os leitores já devem ter percebido, a minha escolha, ao invés de produzir um entretenimento, acabou se revelando como uma CLARA SEQUÊNCIA -REAL- de tudo que está acontecendo no nosso Brasil. Ou seja, na -VIDA REAL- os atores -A MAIORIA PETISTA DA GEMA-, se vê fartamente envolvida num ESCABROSO CASO DE ALTA CORRUPÇÃO E ROUBALHEIRA SEM FIM, que reúne um punhado de CRIMINOSOS-CONSELHEIROS do BANCO MASTER.    


PAPEL DO CONSELHEIRO

Antes de tudo, para que não paire dúvida ou falsa interpretação, o papel de todo e qualquer profissional que -OCUPA O CARGO DE CONSELHEIRO DE UMA EMPRESA- é, por princípio, meio e fim ACOMPANHAR O TRABALHO DESENVOLVIDO PELA DIRETORIA E, SE NECESSÁRIO FOR, NESSE PROCESSO, SEJA PARA APOIAR E ORIENTAR AS AÇÕES PROPOSTAS OU PARA IMPEDIR QUE SEJAM EXECUTADAS.  Mais: segundo o Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, a governança está baseada em quatro princípios de boas práticas - TRANSPARÊNCIA, EQUIDADE, PRESTAÇÃO DE CONTAS (accountability) e RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. 


CONSELHEIROS DO CRIME

Pois, como bem informa o jornalista Claudio Humberto, de forma absolutamente incontestável -Lula e seu governo parecem enrolados até o pescoço no caso do Banco Master, cujo dono, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero. Uma das revelações mais devastadores sobre esse escândalo, até agora, mostrou que o presidente da República e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, reuniram-se com Vorcaro para tratar do Master. E que, NO CARGO DE MINISTRO DA JUSTIÇA, Ricardo Lewandowski ganhou R$ 5,25 milhões como CONSULTOR DO MASTER, mediante pagamento de R$ 250 MIL MENSAIS. Mesmo ministro, Lewandowski não cancelou o contrato do escritório de advocacia que mantém com os filhos, segundo a denúncia. Mais: a reunião de Lula com Vorcaro ocorreu a PEDIDO DO EX-MINISTRO GUIDO MANTEGA, contratado como “CONSULTOR” por R$1 MILHÃO MENSAIS.

Como se vê, claramente, o PAPEL DOS CONSELHEIROS DO MASTER ESTÁ RESTRITO A ATIVIDADE CRIMINOSAS DO TODOS OS TIPOS E TAMANHOS.



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26 jan 2026

MEUS SINCEROS CUMPRIMENTOS, DEPUTADO NIKOLAS FERREIRA


CAMINHADA HISTÓRICA

Antes de tudo, na qualidade de brasileiro altamente preocupado com os ATOS CRIMINOSOS que são praticados a todo momento por AUTORIDADES ABSOLUTAMENTE -FORA DA LEI- que de forma -CORPORATIVA E ORGANIZADA- acharam por bem fazer o que bem entendem, envio os meus sinceros cumprimentos ao dedicado e corajoso deputado NIKOLAS FERREIRA, pela iniciativa de promover uma HISTÓRICA CAMINHADA DE 270 KM, encerrada ontem, 25, na capital federal, sob efusivos aplausos daqueles que não desistem do nosso empobrecido Brasil. Parabéns, Nikolas Ferreira. Mil vezes Parabéns!!!


DESAFIO

Historicamente, MARCHAS E DESLOCAMENTOS DESSE TIPO, como refere o articulista do Diário de Minas Samuel Arruda, foram utilizados como FORMA DE PROTESTO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM DIFERENTES CONTEXTOS, muitas vezes servindo como CATALISADORES DE DEBATES MAIS AMPLOS. No caso de um parlamentar em exercício, no entanto, o -DESAFIO- ESTÁ EM TRANSFORMAR A FORÇA SIMBÓLICA DO ATO EM RESULTADOS INSTITUCIONAIS CONCRETOS. A expectativa de seus apoiadores é que a INICIATIVA PRESSIONE O CONGRESSO E ESTIMULE A ABERTURA DE DISCUSSÕES FORMAIS SOBRE MUDANÇAS LEGISLATIVAS, REVISÕES DE PROCEDIMENTOS E MAIOR TRANSPARÊNCIA NO FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES. 


GESTO SIMBÓLICO

Em um PAÍS MARCADO POR ABSOLUTA DESCRENÇA NAS INSTITUIÇÕES E POR UM DISTANCIAMENTO CRESCENTE ENTRE REPRESENTANTES ELEITOS E PARTE DA SOCIEDADE, O -GESTO SIMBÓLICO- DE PERCORRER CENTENAS DE QUILÔMETROS A PÉ PODE SER INTERPRETADO COMO UMA TENTATIVA DE RECONECTAR A POLÍTICA COM A BASE SOCIAL QUE SE SENTE POUCO OUVIDA NOS CANAIS TRADICIONAIS DO PODER. 


ENGAJAMENTO POLÍTICO

Há também um componente de ENGAJAMENTO POLÍTICO QUE NÃO PODE SER IGNORADO. A CAMINHADA MOBILIZA APOIADORES, GERA PARTICIPAÇÃO NAS REDES SOCIAIS E ESTIMULA O INTERESSE DE CIDADÃOS QUE MUITAS VEZES, SE SENTEM AFASTADOS DA POLÍTICA INSTITUCIONAL. Sob essa perspectiva, o ato pode contribuir para ampliar o debate público e incentivar uma participação mais ativa da sociedade, desde que esse engajamento seja canalizado para espaços de diálogo e construção coletiva.


MOMENTO DE TRANSIÇÃO

Para que a iniciativa tenha um IMPACTO DURADOURO, especialistas apontam que será fundamental que o deputado utilize a visibilidade conquistada para apresentar propostas claras, buscar interlocução com parlamentares de diferentes correntes ideológicas e estimular debates qualificados, inclusive com setores que divergem de suas posições. A capacidade de ouvir críticas e incorporar visões distintas será decisiva para que a caminhada não se limite a um gesto simbólico, mas se converta em um passo efetivo rumo a soluções institucionais.

Mais: a chegada a Brasília, portanto, não representa um ponto final, mas um MOMENTO DE TRANSIÇÃO. O verdadeiro significado político da caminhada estará nas ações que se seguirão a ela e na disposição de transformar mobilização em diálogo, reivindicação em proposta e visibilidade em responsabilidade democrática. Em um cenário de tensões e desafios, iniciativas desse tipo podem contribuir para fortalecer a democracia se forem acompanhadas de compromisso com a institucionalidade e com a construção de consensos possíveis, caso contrário, terá sido apenas uma caminhada para testar o preparo físico, seu e dos demais seguidores.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: DEMOCRACIA TOTALITÁRIA, por Percival Puggina. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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23 jan 2026

UM SÍTIO OU UM RESORT PARA CHAMAR DE SEU


O TEMPO NÃO APAGA TUDO...

Uma certeira prova de que -O TEMPO NÃO APAGA TUDO- está plenamente contida, por exemplo, na afirmação feita -alto e bom som- pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, no dia 09 de dezembro de 2017, ao se referir ao então candidato LULA: -DEPOIS DE TER QUEBRADO O BRASIL, LULA DIZ QUE QUER VOLTAR AO PODER-, OU SEJA, -LULA QUER VOLTAR À CENA DO CRIME-.


SETOR CRIME

Ora, passados mais de -OITO ANOS- do dia em que Geraldo Alkimin fez a clara e incontestável afirmação de que -LULA QUERIA VOLTAR À CENA DO CRIME-, O TEMPO SE MOSTROU MAIS DO QUE IMPLACÁVEL NO SENTIDO DE -REAVIVAR-, CONSTANTEMENTE, A MEMÓRIA DO POVO BRASILEIRO. Mais: o TEMPO CIMENTOU A CERTEZA DE QUE O -SETOR CRIME- CRESCEU ACIMA DE TODAS AS EXPECTATIVAS, DEIXANDO PARA TRÁS QUALQUER POSSIBILIDADE DE SER SUPERADO. 


SÍTIOS DE LAZER

O mais curioso nesta clara constatação é que EM MEIO A TANTA FALCATRUA sempre aparece um SÍTIO DE LAZER para confirmar a existência de ROUBALHEIRAS. Pois, da mesma forma que LULA deixou suas impressões digitais nas portas e janelas no SÍTIO DE ATIBAIA, que se tornou central nas investigações da OPERAÇÃO LAVA JATO, por conta de REFORMAS PAGAS PELAS EMPREITEIRAS -ODEBRECHT E OAS-; o ministro do STF, Dias Toffoli também deixa claras pistas de que está enroscado com um RESORT de nome -TAYAYÁ- Ou seja, o-TAYAYÁ já é visto como o SÍTIO DE ATIBAIA DO SUSPEITO MINISTRO DA SUPREMA CORTE. Que tal?  


RESORT DO TOFFOLI

Como bem diz o jornalista Cláudio Dantas, -embora Toffoli não seja formalmente dono do resort localizado em Ribeirão Claro (PR), o fato é que funcionários do Tayayá o tratam como PROPRIETÁRIO. Na cidade, o empreendimento é conhecido como “RESORT DO TOFFOLI -.



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22 jan 2026

DENTRO DA BOLHA


MAIS DO QUE SABIDO...

Antes de tudo há que se admitir que todos os TEXTOS OU PENSAMENTOS produzidos por LIBERAIS e/ou CONSERVADORES, que DEFENDEM a -VALORIZAÇÃO DA LIBERDADE INDIVIDUAL, A LIMITAÇÃO DO PODER DO ESTADO E A ECONOMIA DE MERCADO- não raro esbarram num MACIÇO E SUBSTANCIAL BLOCO formado por ANALFABETOS FUNCIONAIS, dotados, infelizmente, de SEVERAS LIMITAÇÕES PARA ENTENDER, COMPREENDER E INTERPRETAR TEXTOS e/ou FAZER CÁLCULOS FINANCEIROS BÁSICOS. 


DENTRO DA BOLHA

Como sobram muito poucos brasileiros com real CAPACIDADE DE DISCERNIMENTO, do tipo que exercitam constantemente a -RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO- ginástica FUNDAMENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO LÓGICO, quem se dispõe a EXPOR AS INEQUÍVOCAS VANTAGENS DAQUILO QUE OS LIBERAIS e/ou CONSERVADORES DEFENDEM acaba se COMUNICANDO -DENTRO DE UMA BOLHA- cujo universo -pouco representativo- INTERAGE E TROCA INFORMAÇÃO com quem -invariavelmente- JÁ COMPARTILHA DE VALORES E/OU IDEIAS SEMELHANTES.  


DIREITO FUNDAMENTAL

Pois, mesmo diante DESTA ESTRONDOSA E CLARA REALIDADE vejo, com satisfação enorme, que a maioria desses PENSADORES segue em frente, ou seja -NÃO SÃO DO TIPO QUE -JOGAM A TOALHA-. Esta, aliás, é a CARACTERÍSTICA do GRUPO PENSAR+, que reúne PENSADORES sempre PRONTOS E DISPOSTOS A EXPLICAR O QUANTO A LIBERDADE É ESSENCIAL, PELO FATO DE QUE PERMITE A ESCOLHA, A EXPRESSÃO E A ORGANIZAÇÃO DA VIDA INDIVIDUAL E SOCIAL PARA A DIGNIDADE HUMANA E O FUNCIONAMENTO DEMOCRÁTICO.    


O CASO GROENLÂNDIA SOB A ÓTICA DO DISCERNIMENTO

Pois, mesmo sabendo que o CONTINGENTE DE ANALFABETOS FUNCIONAIS é fortemente INFLUENCIADO PELA MÍDIA TRADICIONAL e suas EMBRIAGANTES NARRATIVAS, dificultando assim a COMPREENSÃO SOBRE ASSUNTOS REALMENTE IMPORTANTES, achei oportuno compartilhar o texto do pensador LEANDRO RUSCHEL que explica, com discernimento, o -CASO GROENLÂNDIA-. Eis: 

Nos últimos dias, a postura de Donald Trump em relação à Groenlândia causou uma verdadeira comoção global. Segundo ele, o controle daquele território é estratégico para a defesa dos Estados Unidos e do próprio Ocidente, especialmente diante da crescente presença chinesa e russa no Ártico. Com o recuo do gelo e o aumento da navegabilidade na região, o território torna-se mais vulnerável.

Além disso, a Groenlândia funciona como um posto avançado em uma possível rota de ataque com mísseis intercontinentais contra o território americano.

Há quem diga que Trump está motivado por interesses minerais. Outros falam em vaidade pessoal ou na tentativa de deixar um legado. O fato é que diversos presidentes americanos já tentaram, ao longo da história, adquirir esse território — sem sucesso. Recentemente, no Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump afirmou que descarta o uso de força militar e que continuará buscando uma solução negociada, apesar de ter levantado essa hipótese dias antes.

Mesmo assim, muita gente passou a tratar essa movimentação como uma espécie de traição dos Estados Unidos à Europa. Como se Trump estivesse desmontando a OTAN por iniciativa própria e os europeus fossem vítimas passivas dessa postura.

Mas será que essa leitura faz sentido?

A fixação na Groenlândia faz com que muitos deixem de enxergar algo muito mais profundo: o fim de um ciclo. Um ciclo que não foi produzido por Donald Trump, mas pela própria Europa e pelo seu projeto globalista de poder. Existe uma crença difundida — especialmente no Brasil — de que a Europa ainda representa o Ocidente como ele era conhecido durante a Guerra Fria. Um bloco liderado pelos Estados Unidos, ancorado nas liberdades individuais, na propriedade privada, na liberdade de expressão, de culto, de associação política e em um Estado contido.

Esse modelo se opunha claramente ao modelo soviético, em que o Estado esmagava o indivíduo, eliminava a propriedade privada e suprimia direitos fundamentais. Com a queda do Muro de Berlim, parecia que o Ocidente havia vencido.

Mas, desde então, emergiu um novo projeto totalitário, travestido de democracia socialista. Um modelo que não é nem o capitalismo americano clássico, nem o comunismo soviético, mas uma síntese representada pela União Europeia.

Nesse modelo, os Estados se tornam cada vez maiores, a burocracia se expande, o poder se concentra em Bruxelas, as soberanias nacionais perdem relevância, os impostos aumentam, o mercado existe apenas até a página dois e a iniciativa individual é substituída por uma dependência estrutural do Estado. Empresas e cidadãos passam a viver sob um Estado regulador que interfere em todas as esferas da vida humana.

Esse sistema se ancora no globalismo: fronteiras abertas, imigração em massa, relativização de valores culturais, exportação de empregos e produção para países de mão de obra barata, enquanto a classe média europeia e americana é achatada. Não por acaso, esse modelo gerou revolta popular, resultando em fenômenos como o Brexit e a eleição de Trump em 2016.

A reação do establishment foi imediata. Veio a censura da internet, a criminalização do chamado “populismo”, a narrativa das fake news e a perseguição política sob o pretexto de salvar a democracia.

Paralelamente, avançaram agendas que concentram poder: ideologia de gênero, ataque ao cristianismo, destruição das bases culturais do Ocidente, ambientalismo radical e controle crescente da vida econômica e da mobilidade das pessoas.

Hoje, a Europa não se parece em nada com a Europa que se dizia livre em oposição ao bloco soviético. Pessoas são presas por rezar em silêncio, partidos de oposição são ameaçados de criminalização, líderes políticos são impedidos de concorrer e eleições são anuladas quando o resultado desagrada ao sistema. Trata-se de um projeto abertamente antiliberdade, antieconomia e antihumano.

Essa lógica foi importada para o Brasil. A censura e a perseguição política aqui implementadas seguem o mesmo modelo europeu e globalista, com apoio de ONGs, think tanks internacionais e até estruturas ligadas ao Departamento de Estado americano durante o governo Biden.

Os Twitter Files e investigações independentes já expuseram esse mecanismo.

É nesse contexto que deve ser entendida a atuação de Trump e da direita americana. Há um rebalanceamento de forças, um questionamento sobre o papel da OTAN e sobre quem ela realmente serve. A Europa, que se acostumou a viver sob o guarda-chuva militar americano, agora é forçada a encarar a realidade: seu Estado de bem-estar social é insustentável, sua economia estagnou e o autoritarismo cresce à medida que o empreendedorismo é sufocado.

Talvez estejamos diante de um ponto de inflexão. Talvez tardio demais. Mas o que ameaça o mundo não é Donald Trump. É o projeto globalista europeu, somado ao projeto totalitário chinês.

Ambos buscam o mesmo fim: o poder concentrado esmagando o indivíduo — um usando a força explícita, o outro usando a máscara da democracia e da liberdade.



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