POR ATACADO
Desde o dia 18/11/25 até hoje, 21/01/26, - lá se vão pouco mais de 60 dias corridos-, o Banco Central se viu obrigado a decretar -com atraso indesculpável- a LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL -POR ATACADO- das seguintes instituições financeiras apodrecidas: BANCO MASTER S.A., CBSF (ANTIGA REAG INVESTIMENTOS); e WILL FINANCEIRA S.A. (WILL BANK), todas elas -COMPROVADAMENTE- envolvidas em FRAUDES BILIONÁRIAS.
BRB - BANCO DE BRASÍLIA
Por ora, o que mais está chamando a atenção é o FATO do Banco Central, não se sabe as devidas razões, ainda não ter -DECRETADO, pelos mesmos e sobrados motivos, a LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO BRB -BANCO DE BRASÍLIA. Mais do que sabido, por conta da GRAVE CRISE REPUTACIONAL que está enfrentando, o BRB, por óbvio e por consequência, já não DISPÕE DE LASTRO SUFICIENTE PARA SEGUIR OPERANDO.
CULPADO
Como já era mais do que esperado, a turma do PT e da esquerda em geral, está fazendo de tudo para colocar a CULPA DAS MÁS ADMINISTRAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES FALIDAS NO COLO DO BANCO CENTRAL. Enquanto isso, arrisco a dizer, COLOCO EM SÉRIA DÚVIDA que algum desses espertos continue usando o BRB como INSTITUIÇÃO FINANCEIRA preferida e capaz para OPERAR E/OU CUIDAR DE SEUS INVESTIMENTOS. Que tal?
FGC
Enquanto isso, caso o BC siga em frente decretando novas LIQUIDAÇÕES EXTRAJUDICIAIS, uma coisa é mais do que certa: os recursos do FGC -FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITOS- não serão suficientes para cobrir o tamanho da encrenca. Com isso, na melhor das hipóteses, os valores inferiores a R$ 250 MIL só poderão ser pagos -A PRAZO-, dependendo sempre do crescimento dos depósitos obtidos pelo FGC.
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DECLARAÇÃO SÁDICA
Ontem, na entrevista que concedeu ao site de notícias -UOL-, o -SÁDICO- ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao ser questionado sobre as prontas e perseguidas ações que resultaram em MAIS IMPOSTOS, coisa que lhe rendeu o apelido de -TAXXAD-, abriu um largo sorriso e disse -alto e bom som - TAXEI MESMO! FICO MUITO FELIZ EM SER LEMBRADO COMO O ÚNICO MINISTRO DA FAZENDA DOS ÚLTIMOS 30 ANOS QUE TAXOU OFFSHORES, FUNDOS FAMILIARES FECHADOS, PARAÍSOS FISCAIS E AS BETs.
PADRÃO COMPORTAMENTAL
Como se vê, o ministro TAXXAD faz questão de ESCANCARAR que é dotado de uma ÍNDOLE DOENTIA, que revela um PADRÃO COMPORTAMENTAL E EMOCIONAL NOCIVO, DESEQUILIBRADO E PERSISTENTE, QUE TEM COMO OBJETIVO A PRODUÇÃO DE DÉFICIT PÚBLICO, CORRUPÇÃO ILIMITADA, SAFADEZAS, DE TODOS OS TIPOS E TAMANHOS, ROMBOS ESPETACULARES, ETC., ETC.., jogando os PREJUÍZOS OBTIDOS no colo da sociedade brasileira como um todo.
ABERRAÇÃO
Chama atenção, nas suas incontáveis aberrações, o fato de que o MINISTRO TAXXAD IMPÕE UMA ALÍQUOTA DE IMPOSTO DE RENDA DE 15% SOBRE O LUCRO DAS BETs, ENQUANTO OS -JSCP-JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO sofrem TAXAÇÃO DE 17,5%. Ou seja, TAXXAD COBRA -MAIS IR- DE QUEM INVESTE EM EMPRESAS, E -MENOS IR- DE QUEM PROMOVE JOGOS DE AZAR. Pode?
PIB
Com o foco total em IMPOSTOS, o SÁDICO ministro TAXXAD não dá a mínima para o crescimento do PIB, lembrando que nesta semana o FMI revisou para baixo o PIB do Brasil, apontando um crescimento, para 2026, de apenas 1,6%; e de 2,1% para 2027. Resumindo: TAXXAD se declara -FELIZ E REALIZADO- por ter AUMENTADO IMPOSTOS, que, em primeira e última análise, contribuem para a ESTAGNAÇÃO DA ECONOMIA DE QUALQUER LUGAR DO MUNDO.
DESTINO DOS IMPOSTOS ARRECADADOS
Para piorar ainda mais, TAXXAD não esconde que A FARTA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA TEM COMO DESTINO -COBRIR ROMBOS, DÉFICITS E OUTRAS SAFADEZAS MAIS...Que tal?
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ADOLFO SACHSIDA E MANSUETO ALMEIDA
Dentre os economistas respeitados e/ou em condições de ocupar o MINISTÉRIO DA FAZENDA, ou da ECONOMIA dos CANDIDATOS DOS PARTIDOS POLÍTICOS QUE SE DEFINEM COMO LIBERAIS e/ou CONSERVADORES, dois deles:
-ADOLFO SACHSIDA- (integrou a equipe de economia de Paulo Guedes até 11 de maio de 2022, quando foi nomeado ministro de Minas e Energia); e -MANSUETO ALMEIDA- (ex-secretário do TESOURO NACIONAL, considerado um dos maiores especialistas do país em CONTAS PÚBLICAS), caso venham a ser convidados para compor a -EQUIPE ECONÔMICA- de qualquer candidato, contribuiriam, inclusive, para um efetivo crescimento das pesquisas de intenção de voto do político interessado.
HADDAD É O EFEITO...
Mais ainda porque o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ministro de LULA cujo cérebro é dotado de ANOMALIA CONGÊNITA, disse, como se estivesse altamente alcoolizado, que o problema da DÍVIDA PÚBLICA está nos JUROS, não no DÉFICIT. Ou seja, para mostrar o quanto é DESPREPARADO para conduzir ASSUNTOS ECONÔMICOS, o ministro petista, sem ruborizar, CONFUNDE ESTRONDOSAMENTE CAUSA com EFEITO.
CARA DE SURPRESA
No que diz respeito ao -BANCO MASTER-, Haddad, fazendo CARA DE SURPRESA, disse que o caso inspira MUITO CUIDADO e que podemos estar diante da MAIOR FRAUDE BANCÁRIA DA HISTÓRIA DO PAÍS, sem, no entanto, apontar o dedo para os LADRÕES, todos muito próximos do GOVERNO LULA. Para piorar, na condição de presidente do Conselho Monetário Nacional, é impossível que Haddad não soubesse da roubalheira que estava acontecendo com o Banco Master assim como do envolvimento direto com o Banco de Brasília. Entretanto, está exigindo UM APORTE de R$ 4 BILHÕES PARA O BRB -com recursos do Tesouro Nacional (impostos pagos pelo povo brasileiro), para impedir que o BC decrete a LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL do banco público. Pode?
PREJUDICIAIS
Como se vê, Fernando Haddad, assim como aconteceu com Ricardo Lewandowski, quer deixar o governo. Ambos sabem que suas permanências não contribuem para a reeleição do Chefe Lula. Logo logo as pesquisas de opinião pública vão retratar esta realidade. A ver...
MASTER
Por tudo que as investigações revelam (muita coisa o péssimo e pra lá de comprometido ministro Dias Toffoli mantém em sigilo), no dia 3 de dezembro de 2025, quando o BANCO CENTRAL -DE FORMA UNÂNIME-, REJEITOU a PROPOSTA DE COMPRA do BANCO MASTER PELO BRB -BANCO DE BRASÍLIA-, justificando para tanto a IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ELEVADOS E INCONSISTÊNCIA NOS ATIVOS DO MASTER, mesmo assim o BRB seguiu comprando CARTEIRAS DE CRÉDITO -PODRES- DO JÁ FALIDO BANCO MASTER.
ADIAMENTO INEXPLICÁVEL
Mais: entre julho de 2024 e outubro de 2025, o BRB TRANSFERIU EM TORNO DE R$ 16,7 BILHÕES PARA O GRUPO MASTER, sendo que desse total R$ 12,2 BILHÕES FORAM TRANSFERIDOS EM OPERAÇÕES COM FORTES INDÍCIOS DE FRAUDE. Só por aí fica difícil entender o que levou o BANCO CENTRAL esperar até o dia 18 de novembro de 2025 para DECRETAR A LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO BANCO MASTER.
CAPITAL INSUFICIENTE
Ora, ninguém mais do que o BANCO CENTRAL sabe muito bem que o CAPITAL SOCIAL DO BANCO BRB, no valor de R$ 2.344.020.829,07, é absolutamente insuficiente para GARANTIR OS R$ 12,2 BILHÕES QUE FORAM TRANSFERIDOS PARA O PODRE BANCO MASTER. Ou seja, só por aí o BANCO CENTRAL DEVERIA -DECRETAR a LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO BANCO MASTER E DO BANCO DE BRASÍLIA-, tornando -INDISPONÍVEIS- OS BENS DOS DIRETORES DE AMBAS AS INSTITUIÇÕES.
FGC
Em tempo - lembro que, em 2024, o senador Ciro Nogueira tentou elevar a cobertura do FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO -FGC- para R$ 1 milhão, mas a ideia foi imediatamente rechaçada pela FEBRABAN . Atenção: - caso a proposta tivesse sido aprovada, o FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO não teria dinheiro suficiente para cobrir o ROMBO DO BANCO MASTER. Que tal?
PESQUISAS ELEITORAIS
Por incrível que possa parecer, o fato é que as recentes pesquisas de INTENÇÃO DE VOTO para presidente da República revelam -categoricamente- por boa margem, tanto no PRIMEIRO como no SEGUNDO TURNO-, que a MAIORIA DOS ELEITORES DO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL -QUER PORQUE QUER- QUE LULA CONTINUE NO CARGO POR MAIS QUATRO ANOS.
ELEITORES MUITO SATISFEITOS
Ainda que faltem mais de 9 meses para a realização do pleito de 2026, os números atuais dão a entender -claramente- que a MAIORIA DOS ELEITORES ESTÁ MAIS DO QUE SATISFEITA E/OU A FAVOR dos CRÔNICOS ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS, dos AUMENTOS INDISCRIMINADOS DE IMPOSTOS, dos PREJUÍZOS HOMÉRICOS DAS ESTATAIS, do PREOCUPANTE AVANÇO DA CRIMINALIDADE, da INCOMPREENSÍVEL IMPUNIDADE, da LIBERDADE CADA DIA MAIS CERCEADA, etc. etc...
PROVÉRBIO PETISTA
Tudo leva a crer que os eleitores que preferem a continuidade de LULA como presidente são guiados pelo PROVÉRBIO -PETISTA-: -EM TIME QUE ESTÁ ROUBANDO NÃO SE MEXE-, Ou seja, NÃO HÁ RAZÃO ALGUMA PARA MUDAR -PROJETOS, PESSOAS E ESTRATÉGIAS- ENQUANTO A -DESTRUIÇÃO TOTAL- NÃO FOR PLENAMENTE ATINGIDA.
PÉ NO ACELERADOR
Chama ainda mais a atenção o FATO de que nem mesmo o ESCÂNDALO DO BANCO MASTER, cujos desdobramentos são incalculáveis, tem se mostrado capaz e/ou suficiente para fazer com que a maioria dos eleitores pesquisados sepultasse a candidatura do CHEFE DO CRIME.
Como Lula está, obviamente, muito atento ao que dizem as pesquisas de intenção de voto, TUDO LEVA A CRER QUE a partir de agora ele VAI PISAR FIRME NO ACELERADOR DA -CRIMINALIDADE, DA CORRUPÇÃO E DA MÁ ADMINISTRAÇÃO-, que rendem VOTOS SUFICIENTES PARA SE REELEGER!
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A POBREZA COMO ATIVO POLÍTICO, por Alex Pipkin. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
IDEIAS LÓGICAS
Diante de tantas e corretas reações quanto às coisas estranhas e/ou inconcebíveis que estão acontecendo -minuto a minuto- no nosso empobrecido Brasil, não raro compartilho textos/artigos com o propósito de semear -ideias lógicas-. Hoje, por exemplo, aproveito o oportuno texto do Adolfo Sachsida (doutor em Economia pela UnB, e ex-Ministro de Minas e Energia) publicado recentemente na Gazeta do Povo, com o título - O HOMEM QUE QUERIA SER REI -VERSÃO BRASILEIRA-. Eis:
O HOMEM QUE QUERIA SER REI
- No clássico de Rudyard Kipling, O Homem que Queria Ser Rei, dois aventureiros descobrem que o poder, quando sustentado por mitos e pelo medo, pode transformar homens comuns em figuras quase divinas — até que a realidade cobre seu preço. A história não é sobre coragem ou heroísmo, mas sobre a embriaguez do mando, sobre o instante em que alguém deixa de servir a uma comunidade e passa a exigir dela submissão. Transportada para o Brasil de hoje, a fábula ganha contornos inquietantemente familiares.
LULA E ALEXANDRE DE MORAES
Na nossa versão tropical, o cenário não é uma região remota do Afeganistão, mas Brasília. O trono não é feito de ouro, mas de decisões judiciais, canetadas administrativas e discursos de salvação moral. E os personagens centrais não são aventureiros estrangeiros, mas figuras conhecidas do poder nacional: Lula e Alexandre de Moraes.
LULA, o líder carismático que retorna ao centro do palco como alguém ungido pela História, apresenta-se como o intérprete exclusivo da vontade popular. Seu discurso carrega a promessa de redenção: sem ele, o país estaria condenado; com ele, qualquer meio se justifica em nome de um suposto “bem maior”. Como no filme, a narrativa não se sustenta apenas na força, mas no encanto — na ideia de que o líder não pode ser questionado, apenas seguido.
ALEXANDRE DE MORAES, por sua vez, assume o papel do guardião do reino. Não governa pelo voto, mas pela autoridade que se expande a cada questionamento legítimo que lhe é feito. Quando Moraes é confrontado com qualquer questionamento, por mais legítimo e sincero que seja, sua resposta é indubitavelmente a mesma: dobra a aposta no arbítrio. Seu poder cresce não por limites claros, mas pela exceção permanente.
O MEDO É NECESSÁRIO E A OBEDIÊNCIA É VIRTUDE
Em nome da ordem, relativiza-se o direito; em nome da democracia, suspendem-se garantias; em nome da lei, aceita-se o arbítrio. Assim como no filme, a população é convencida de que o medo é necessário e que a obediência é virtude.
O ponto central da obra — e da analogia — está na confusão entre autoridade legítima e poder absoluto. No filme, o “rei” cai quando se revela humano. No Brasil, o risco é mais profundo: quando instituições passam a agir como se fossem infalíveis, quando líderes se veem acima da crítica e juízes acima da Constituição, a queda não é individual — é institucional.
A DEMOCRACIA SE ESVAZIA AOS POUCOS...
A democracia não morre de uma vez. Ela se esvazia aos poucos, enquanto parte da sociedade aplaude, outra silencia e uma terceira é calada. O mito do salvador — seja político, seja togado — sempre cobra um preço alto: a renúncia à liberdade em troca de uma promessa de estabilidade.
O Homem que Queria Ser Rei termina como toda boa tragédia: com a lembrança de que nenhum poder sobrevive quando se divorcia da realidade. Resta saber se, no Brasil, aprenderemos com a ficção — ou se insistiremos em repeti-la como farsa, até que o custo seja pago por todos.